Alma de Cristo, SANTIFICAI-ME. Coração de Cristo, VIVIFICAI-ME. Corpo de Cristo, SALVAI-ME. Sangue de Cristo, INEBRIAI-ME, Água do lado de Cristo, LAVAI-ME. Paixão de Cristo, CONFORTAI-ME. Ó Bom Jesus, OUVI-ME. Nas vossas Chagas, ESCONDEI-ME. Não permitais que me separe de Vós. Do mal DEFENDEI-ME. na hora da minha morte CHAMAI-ME. E mandai-me ir para Vós para que vos louve com todos os SANTOS. Por todos os séculos dos séculos. AMÉM.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Prisão de Jesus Cristo


A Prisão de Jesus Cristo sob a ótica do Direito



Uma análise de um acontecimento bíblico com base em fontes jurídicas existentes no contexto histórico e como o processo seria julgado de acordo com nossas leis atuais


Texto: Roberto Victor Pereira Ribeiro
Antes de qualquer comentário, é necessário lembrar que o povo judeu era regido por três sistemas legais: O Talmude – série de feitos e ensinamentos passados oralmente de pai para filho -; A Torah ou Pentateuco – primeiro cinco livros da Bíblia Sagrada: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio – e as Misnahs – espécies de súmulas editadas pelo Sinédrio, a Suprema Corte do Povo Judeu.
Foi uma sexta-feira, por volta das 23:00 horas, que se iniciou o maior escândalo judicial da história da Terra.
Misnah 4.1 preconiza a proibição expressa de qualquer ato judicial formalizado à noite.
Alguns estudos históricos afirmam que tal Misnah já estava em vigência na época da prisão de Jesus à noite.
Nos dizeres do eminente advogado André Santos Novaes “a prisão de Jesus à noite, junto ao Monte das Oliveiras, grita como uma ilegalidade veemente”. Era ilegal no ordenamento hebreu como também o é no Direito Brasileiro, conforme vemos na Carta Magna de nossa nação:
“Art. 5º; XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem o consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.” (grifo nosso)
No Código de Processo Penal pátrio nos arts. 282 e 283 há os preceitos sobre a prisão:
“Art. 282 – À exceção do flagrante delito, a prisão não poderá efetuar-se senão em virtude de pronúncia ou nos casos determinados em lei, e mediante ordem escrita da autoridade competente;
Art. 283 – A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora, respeitando as restrições relativas à inviolabilidade do domicilio. (grifo nosso)”
Três detalhes não podem passar despercebidos no ato da prisão: a inviolabilidade de domicílio, a não existência de mandado de prisão e a ausência dos institutos de prisão provisória e prisão preventiva no Direito Hebraico.
Jesus foi preso no jardim do Getsêmani, situado no Monte das Oliveiras que ficava a cerca de 100 metros da muralha leste da cidade. Havia uma gruta onde os discípulos de Jesus descansavam enquanto ele orava a poucos metros adiante. Essa gruta tinha 17 metros de comprimento, 9 metros de largura e 3,50 metros de altura. O termo “Getsêmani” em hebraico quer dizer “lugar do óleo”. Entendemos que o Getsêmani seria um horto bem definido onde havia um lagar para fabricação de óleo. O conceituado escritor Kurt A. Speidel assim exclama a respeito do Getsêmani: “Esta gruta natural, naquela época, servia para fins agrícolas. Havia ali um lagar para fazer óleo e uma cisterna em que se recolhia água”.
O Código Penal Brasileiro em seu art. 150, § 4º, assim define domicilio (casa):
“§ A expressão “casa” compreende:
I – Qualquer compartimento habitado;
II – Aposento ocupado de habitação coletiva;
III – Compartimento não aberto ao público, onde alguém exerce profissão ou atividade.(grifo nosso)”
O horto das Oliveiras era uma montanha arborizada e com mananciais de água onde alguns trabalhavam na extração de frutas e no recolhimento de águas e óleos. Jesus nomeou 12 homens para serem seus apóstolos, porém era seguido diuturnamente por 72 discípulos conforme vemos em Lucas capítulo 10, versículo 1. Vários desses discípulos laboravam no Getsêmani e estavam com Jesus no momento da prisão, apesar de alguns evangelistas omitirem tal informação. Desta face os sacerdotes e policiais do Templo violaram “domicílio” e à noite, contrariando totalmente o art. 245 do CPP.
O respeito ao domicílio remonta à Grécia antiga e é costumeiramente mostrado nas obras de Demóstenes.
O segundo detalhe é a completa ausência de mandado judicial averbando a prisão. Kurt A. Speidel assim interroga acerca do mandado: “Mas quem teria expedido a ordem de prisão? Todo o Grande Conselho? A família sacerdotal de Anás e Caifás?”.
Jesus não foi preso em flagrante delito. Então onde está a ordem de prisão?
Há de se demonstrar que a prisão de Jesus ocorreu totalmente com a ausência do mandado e ainda foi efetuada em dia festivo, durante a noite no momento da realização do Sefer. Essa cerimônia era o grande banquete doméstico um dia antes da festa do Pessach e era presidido pelos chefes das famílias com todos os seus membros, então na rua não havia quase ninguém a não ser os indigentes e leprosos daquela época que nada podiam fazer para testemunhar a ilegalidade da prisão.
Jesus não foi preso provisoriamente nem preventivamente, pois além de não existir tais modalidades de prisão no Direito Hebreu, ele sequer foi indiciado ou investigado judicialmente.
Foi preso à noite, mais ou menos às 23 horas, de acordo com alguns estudiosos. Preso à noite e às escondidas. Nas palavras de André Santos Moraes “Jesus foi preso sem acusação nem denúncia formal. Foi prisioneiro sem saber ao menos do que o acusavam e na calada da noite”.
O conceituado Juiz da Suprema Corte de Israel Haim Cohn encontrou outra ilegalidade na prisão de Jesus. Ele discorre:
“No Evangelho de João encontramos uma corroboração impressionante: os patrocinadores judeus que efetuaram a prisão são ali apresentados como oficiais dos sacerdotes, mas os únicos oficiais competentes para tal feito eram os oficiais da polícia do Templo.”
Fizeram à prisão a noite, e no dia do Sefer. Essa celebração era a confraternização familiar no interior das casas, um dia antes da grande celebração do Pessach. Essa cerimônia era presidida pelo chefe da família com todos os membros. Nenhum cidadão deveria ficar na rua nesta noite de culto. Exatamente nesse momento os inescrupulosos saíram e prenderam Jesus, sem mandado de prisão, e ainda violando domicílio. Saíram em uma multidão, soldados romanos, sacerdotes, escravos armados com porretes, anciões e os oficiais militares do templo. Todos armados. Arquivos históricos lecionam que era terminantemente proibido aos judeus portarem armas durante a Páscoa (Pessach) e na prisão de Jesus escravos e policiais judeus empunhavam armas.
Não houve proteção ao princípio da inviolabilidade do domicílio.
O art. 5º, XI, da Constituição assim discorre: “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delitoou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”. (grifo nosso).
A prisão ocorreu em um lugar de trabalho de alguns discípulos presentes, e à noite, sem nenhuma determinação judicial formal.
Neste sentido encontramos reforço nas palavras de Alexandre de Moraes: “No sentido constitucional, o termo domicílio tem amplitude maior do que no direito privado ou no senso comum, não sendo somente a residência, ou ainda, a habitação com intenção definitiva de estabelecimento. Considera-se, pois, domicílio todo local, delimitado e separado, que alguém ocupa com exclusividade, a qualquer título, inclusive profissionalmente.”
Roberto Victor
Advogado, membro da Academia Cearense de Letras Jurídicas, Conselheiro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-CE, Assessor Jurídico Especial do Procurador-Geral de Justiça do Ceará e autor dos livros: O Julgamento de Jesus Cristo sob a luz do Direito e O Julgamento de Sócrates sob a luz do Direito.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Paixão - Páscoa - Radio Nacional

Paixão - Páscoa
Senhor nesta sexta feira santificada pela tua paixão, pelas tuas lagrimas eu pecador atrevi-me a ler os seus Evangelhos e a ler em voz alta a mensagem do teu martírio atrevi-me a tanto porque procurava uma mensagem para minha consciência, para minha alma e queria que outros a encontrassem e que outros percebessem o quanto és vivo, real e infinitamente consolador queria que outros sentissem a tua presença, neste mundo que parece novo, mas que é tão velho em seu materialismo impiedoso ao passo que tu te renovas a cada dia no teu imenso amor e no teu generoso perdão este mundo que se perde no emaranhado técnico e cientifico sem saber evitar que as próprias maquinas que deveriam libertar o homem não servem senão para escraviza-lo e opressores e oprimidos igualmente se temem e se coagem porque o célebro humano avança pelos séculos, mas o coração não progride há dois mil anos.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O QUE É? SEXTA FEIRA DA PAIXÃO

O QUE É? SEXTA FEIRA DA PAIXÃO

Paixão (cristianismo)
Paixão é o termo teológico cristão utilizado para descrever os eventos e os sofrimentos - físicos, espirituais e mentais - de Jesus nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução através da crucifixão. Este evento, a crucifixão de Jesus, é um evento central às crenças cristãs.

As origens etimológicas da palavra estão no verbo grego pascho, "sofrer", encontrado em passagens como Mateus 17:12 (e passagens paralelas em Marcos e Lucas), e Atos 1:3. O termo latino passio é usado para se referir ao sofrimento mortal de Cristo da Vulgata. O termo volta a aparecer no século II em textos cristãos para descrever precisamente as dores e o sofrimento de Jesus neste contexto. O termo "paixão", que se originou do latim passio, acabou evoluindo para indicar outro significado, mais abrangente.

O termo Agonia de Jesus é usado de maneira mais específica, para se referir à Agonia no Jardim, a ação (grego: agon) de Jesus de orar, antes de ser preso, no Jardim de Getsêmani; de maneira semelhante a "paixão", a palavra "agonia" acabou por evoluir e indicar um determinado estado de espírito.

Os trechos dos quatro Evangelhos que descrevem estes eventos são conhecidos como as "narrativas da Paixão". O Evangelho de Pedro, não-canônico, também é uma narrativa da Paixão. No calendário litúrgico a Paixão é comemorada na Semana Santa, que se inicia no Domingo de Ramos e termina no Sábado de Aleluia.

Sexta-Feira Santa
A Sexta-Feira Santa, ou 'Sexta-Feira da Paixão', é a Sexta-Feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira após a primeira lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 20 de março e 23 de abril.

Igreja Católica

Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.
Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O MEDO É UMA DOENÇA E ELE É CURADO PELO AMOR, COMPAIXÃO, PERDÃO E ACEITAÇÃO

JESUS - O MEDO É UMA DOENÇA E ELE É CURADO PELO AMOR, COMPAIXÃO, PERDÃO E ACEITAÇÃO

Jesus através de John Smallman   Em 24 de abril de 2013
O objetivo de uma ilusão é capturar sua total atenção a fim de distraí-los para que vocês não vejam algo que o ilusionista quer manter escondido, invisível e irreconhecível por vocês.

E vocês são os ilusionistas!
Vocês queriam que Deus permanecesse escondido, invisível e irreconhecível.

Não se prenda às suas memórias

Não existe passado e nem futuro, vivemos no presente infinito!
Todas as nossas vivências sejam elas boas ou ruins, ficam armazenadas e registradas em nossa memória.
Portanto, relembrarmos constantemente de coisas que não nos foram boas, nos aprisionará cada vez mais em sentimentos que serão nocivos á nossa saúde, gerando muitos distúrbios psicológicos e nos envolvendo em energias pesadas e negativas.
O que passou, passou.....leve tudo como uma lição.
Se alguém "na sua mente" lhe fez mal e você a perdoar, faça de coração.
Não adianta perdoar, ficar remoendo e na primeira oportunidade estar novamente relembrando e despejando tudo para a pessoa.
A vida segue em frente, e tire a sua lição, porque a outra pessoa com certeza estará aprendendo a dela.
Não se prenda ás suas memórias, o que passou á 1 minuto atrás, já faz parte dela.....o "Presente", o "Agora" é o seu momento!
Tudo que você quiser transformar e mudar começa "Agora".
"Agora" você pode mudar TUDO na sua vida e no seu caminho.
Muitas doenças surgem por nos aprisionarmos em nossas memórias.

Deepack Chopra

MEDITAÇÃO – EQUILIBRIO

MEDITAÇÃO – EQUILIBRIO
Um equilíbrio perfeito entre quietude e movimento simultâneos, o equilíbrio criador de tudo o que você quiser. A coexistência dos opostos - quietude e dinamismo ao mesmo tempo - torna você independente das situações, das circunstâncias, das pessoas, das coisas.

Quando você compreende a requintada coexistência dos opostos, entra em alinhamento com o mundo da energia, o caldo quântico, a substância imaterial, que é a fonte do mundo material. O mundo da energia é fluente, dinâmico, elástico, mutável, eterno movimento. Ao mesmo tempo é imutável, quieto, tranqüilo, silencioso, eterno repouso.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

JESUS CRISTO UTILIZOU A ENERGIA TAQUIÔNICA

É a energia de maior freqüência em vibração do Universo. Esta energia neutra se compõe de dois pares de partículas que por terem carga elétrica contrária se anulam e se equilibram. Por ser neutra não oferece resistência e se move 27 vezes mais rápido que a luz. Por não ter polaridade, pode ser utilizada para o positivo ou negativo, por isso ela não pode ser visualizada (não tem cor) é a vibração da harmonia cósmica.

É a energia do pensamento, que vibra na alta freqüência do amor; a mesma energia que Jesus Cristo utilizou para fazer com extraordinário sucesso aquilo que até hoje chamamos de milagre.

Todas as coisas e seres do Universo vibram em diferentes freqüências dependendo do seu nível de evolução. Jesus Cristo demonstrou para todos, que vibrando na elevada freqüência do amor a mente pode dirigir energia taquiônica para elevar a energia vital de pessoas realizando a autocura.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

EXEGESE, Teologia e Pastoral

Seção: Entrevista

Exegese, Teologia e Pastoral
Por: Gabriela Matos/Foto:Flávia Espíndola

Com o tema Exegese, Teologia e Pastoral: relações, tensões e desafios, será realizado o IV Simpósio de Teologia, entre quarta, 15 e sexta-feira, 17. Nos três dias de palestras participarão professores da própria Universidade e de instituições do exterior. Em entrevista ao PUC Urgente, o diretor do Departamento de Teologia, padre Leonardo Agostini, diz que não se pode ficar alheio às problemáticas antropológicas e sociais, e que a Teologia se empenha em ajudar o ser humano a descobrir quem ele é. No Simpósio, seis professores do Departamento serão homenageados e ainda será comemorado o 40º aniversário do programa de Pós-Graduação em Teologia da Universidade. O encontro será no Salão da Pastoral, no subsolo da Igreja Sagrado Coração de Jesus.

Qual é o objetivo do Simpósio?

Padre Leonardo Agostini:
Este Simpósio quer somar, ser interdisciplinar. Com relação à Igreja, em modo particular a Arquidiocese do Rio de Janeiro, nós estamos às vésperas da Jornada Mundial da Juventude. Então, ele quer contribuir com esse momento particular e histórico da Igreja. Além disso, quer se inserir na dinâmica do Ano da Fé. A finalidade principal é aprofundar os três eixos, o da exegese, o da teologia e o da pastoral, porque é ao redor deles que giram as nossas áreas de concentração aqui do nosso programa de Pós-graduação em Teologia.

Há quantos anos existe esse Simpósio?

Padre Agostini: Este é o nosso quarto Simpósio de Teologia. O Departamento optou por realizar um simpósio teológico a cada dois anos. O primeiro foi em 2007, o segundo em 2009 e o terceiro em 2011. A opção foi que um fosse teológico e, o outro, bíblico. Mas nós vivemos um momento muito particular do nosso Departamento, porque estamos comemorando o 40º aniversário do programa de Pós-graduação em Teologia na PUC, que começou em 1972, e também estamos, neste Simpósio, homenageando seis dos nossos professores que se tornaram eméritos ou estão se aposentando.

O que vocês esperam deste encontro?
Padre Agostini: Nós esperamos poder ajudar a promover a qualidade da pesquisa, da produção científica em área teológico-bíblica e de modo com as suas interfaces, porque hoje crescem no Brasil os institutos e faculdades de Ciências da Religião. Como nós estamos em um departamento de humanas, não podemos ficar alheio às problemáticas antropológicas e sociais. A Teologia não cuida do que está nas nuvens, ela se empenha em ajudar ao ser humano descobrir quem ele é. Se a Teologia fala de Deus, é porque o grande objeto do amor de Deus é o ser humano.

Publicada em: 10/05/2013 às 15:31 Seção: Entrevista
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